Sem Gyökeres e com Palmeiro a pensar o projeto do tricampeonato
Ofuturo do Sporting constrói-se em cima da saída deViktor Gyökeres e dos milhões de euros que a venda do passe do goleador irá deixar nos cofres leoninos. Segundo Fabrizio Romano, o sueco é alvo do Arsenal, clube que já ofereceu aos leões 65 milhões de euros pelo passe do goleador. Frederico Varandas não quer arrastar essa novela, dando a saída como certa e, por isso, aceitará a proposta do Arsenal se não aparecer outra melhor nas próximas semanas. Dos 33 campeões, também Gonçalo Inácio, Diomande e Morten Hjulmand têm muito mercado e podem estar na porta de saída se chegarem propostas que cheguem perto do valor das cláusulas de rescisão – entre os 60 e os 80 milhões de euros.
Com a Champions e os 18 milhões da participação garantidos, o Sporting tem tempo para preparar a época 2025/26, que arranca com um dérbi na Supertaça no início de agosto (1 a 3), uma vez que não participará no Mundial de clubes, que se joga de 14 de junho a 13 de julho e terá Benfica e FC Porto em prova. Mas a bem da verdade o executivo e Frederico Varandas há muito que preparam a próxima temporada, incluindo no que aos reforços diz respeito. Biel Teixeira chegou a meio da época para se integrar e Giorgi Kochorashvili e Alisson Santos foram contratados, mas só chegam no verão.
As 100 camisolas de celebração do bicampeonato esgotaram em poucas horas, apesar de custarem entre 225 e 250 euros. Isso diz bem da euforia vivida no clube. O desenho do Sporting 2025/26 já tem o dedo de Bernardo Palmeiro, o diretor-geral, que sucedeu a HugoViana – deixou Alvalade para restruturar o futebol do Manchester City – e tem dossiers importantes ainda em aberto, como a compra da totalidade do passe de Geny Catamo ao Amora.
Com Rui Silva garantido até 2028, ceder Franco Israel parece o mais certo. Morita já terá informado que pretende sair. O tricampeão Matheus Reis e Jeremiah St. Juste, que terminam contrato em junho de 2026, podem também sair se houver propostas que paguem o valor do total de salários do último ano de contrato.Vender ou renovar com Pote e Trincão é outro tema sensível, assim como o jovem talento Geovany Quenda, que foi vendido em março ao Chelsea, com a garantia de ficar mais um ano em Alvalade. Será?